Um educador, um líder

Conheça um pouco da vida do homem que é homenageado no nome de nosso e outros grêmios estudantis.

Obras Literárias do Vestibular 2013

Confira as 5 leituras recomendadas para o próximo vestibular da UFRN..

Prestação de Contas

Confira a entrada e saída financeira devido aos gastos necessários e os serviços prestados pela gestão.

Principais Conquistas

Bolsas em Cursinho Pré-Vestibular para os alunos do 4º Ano é uma de nossas conquistas.

O movimento estudantil do RN

Um pouco da história das lutas e conquistas dos estudantes do nosso estado.

sexta-feira, 29 de junho de 2012

Edital para o vestibular 2013

Vai prestar vestibular esse ano? A comperve já disponibilizou o edital para o vestibular 2013.

Para ver o edital clique aqui.


sábado, 23 de junho de 2012

Carta aberta ReGIF à comunidade academica

 INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO RIO GRANDE DO NORTE


                             REDE DE GRÊMIOS ESTUDANTIS DO IFRN – ReGIF/RN

                                            GEDM – GEJAGS – GEPF – GEVP 
Grêmio Estudantil Djalma Maranhão – Grêmio Estudantil José Alencar Gomes da Silva – Grêmio Estudantil Paulo Freire – Grêmio Estudantil Valdemar dos Pássaros


NOTA À COMUNIDADE ACADÊMICA

Não podemos nos calar diante dos últimos fatos referentes ao movimento paredista do IFRN:
  •  Pauta que não atende às reivindicações dos estudantes;
  • A má educação de muitos servidores em “ouvir em quanto o outro fala”;
  • A falta de visão estratégica;
  • Manipulação da visão dos alunos;
  • Ridicularizarão e intransigência à posição e ideais dos discentes.
Nem ao posicionamento do governo perante a educação pública:
  • Intransigência perante os pedidos dos servidores;
  • Expansão da rede de ensino federal sem o menor cuidado com a qualidade;
  • Desvio de dinheiro que poderia ser investido na educação pública para o PRONATEC:Dinheiro público deve ser investido em educação pública!
  • Negligência com a educação publica.
Uma greve agora é irracional e irresponsável. O apoio dos estudantes ao movimento sindical deve ser algo construído coletivamente, com amplo diálogo e respeito mútuo, mas até agora não observamos essa  abertura por parte da maioria dos servidores. Compreendemos que as reivindicações dos servidores  também são nossas, porém, esperamos um contraponto, com real respeito pela educação. Discursos como “Os nossos alunos são nossa principal preocupação; é por eles que lutamos” logo depois de se apresentar uma pauta que só atende às reivindicações dos servidores e ainda acusar: “Quem se nega esse poder de LUTA [participação na greve] contribui com o Governo para a manutenção das políticas de massacre às categorias de setores fundamentais como a EDUCAÇÃO”, nos mostram que PRECISAM do nosso apoio, porém sequer se dão ao trabalho de nos escutar, descendo o patamar de educadores. Manipulam a visão  dos alunos, ridicularizam nossos ideais e posições, e depois ainda solicitam nosso apoio! Tentamos construir uma pauta uniforme que expusesse as reivindicações de todas as categorias que compõe o IFRN (discentes e servidores), porém só conseguimos gritos de desaprovação e desrespeito por parte da maioria dos  servidores presentes. “Nos opomos a esta greve, mas não nos retiramos da luta!” Tomando essa afirmação como lei, nós, alunos, dispomos-nos a construir uma série de mobilizações com pautas e reivindicações próprias, porém deixamos claro que NÃO ENCORAJAMOS a paralisação total dos servidores da maneira que esta sendo realizada, NEM APOIAMOS a posição intransigente do governo, já que, observamos um total descaso com a educação Federal. Por fim, pedimos a todos os professores e demais servidores que usem de suas consciências e princípios morais, lembrando sempre de que trabalham em uma instituição renomada de ensino, e que ao ingressarem assumiram um compromisso com nossa educação. Lembrem-se da responsabilidade social que está arraigada em suas profissões, na certeza de que, ante a intransigência do Governo e a impossibilidade de mobilização ativa, a luta pelo ensino de qualidade acontece dentro de sala, no processo de formação dos futuros líderes deste país. Esperamos que não se ausentem neste momento de fundamental importância para a vida de centenas de jovens brasileiros.

Sem mais para o momento, agradecemos a leitura da nota.

Atenciosamente,


Rede de Grêmios do Instituto Federal do Rio Grande no Norte – ReGIF/RN

domingo, 17 de junho de 2012

Nota GEPF em relação à greve


INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO RIO GRANDE DO NORTE
GREMIO ESTUDANTIL PAULO FREIRE – GEPF

Nota

Não há como negar! Os motivos da greve dos servidores do IFRN são justos. O problema é a falta de visão e estratégia. A greve, sendo o maior instrumento de pressão da classe trabalhadora, deveria ser usada como o ultimo recurso diante de uma causa, não o primeiro, principalmente quando se leva em conta que acabamos de sair de uma greve que ainda acarreta muitos prejuízos para todos os envolvidos.
Em nome do GEPF e de todos os alunos do IFRN Campus Natal Zona Norte garanto que queremos uma educação publica de qualidade, logo, também queremos que os direitos dos servidores da educação sejam garantidos. Apoiamos a luta por uma educação que nos ensine a pensar e não obedecer às regras impostas por um sistema que vem sendo patrocinado há muito tempo e isso só é possível através de debates abertos e democráticos, mas não é esse o sentido que vemos no movimento paredista.
Este poderia ser o momento certo de se realizar a greve, caso, não tivesse ocorrido o movimento em 2011, movimento, o qual contou com grande apoio dos estudantes. Uma greve neste momento só provoca insatisfação e descontentamento para os discentes. Se hoje, já observamos desmotivação, atrasos e evasão, podemos prever um cenário muito menos animador com a realização de uma nova greve. Este deveria ser um momento de respeito e de ouvir e expressar opiniões e ideais para que ações mais eficientes e efetivas sejam tomadas, deveria, porém não é isso que observamos.
Concluo, solicitando aos servidores que pensem coletivamente. Uma greve agora é insensata. Entendemos que as reivindicações do movimento também podem ser para defesa dos estudantes, mas para isso é necessário escutar, respeitar e principalmente aprender coletivamente.

Cordialmente,

Kamila Patriota
Presidente do Grêmio Estudantil Paulo Freire

Nota da ReGIF em relação à greve


INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO RIO GRANDE DO NORTE
REDE DE GRÊMIOS ESTUDANTIS DO IFRN – ReGIF/RN

Nota
  
            O SINASEFE, Sindicato Nacional dos Servidores Federais da Educação Básica, Profissional e Tecnológica, durante sua 108ª Plena, realizada no dia 18 e 19 de maio, decidiu pela retomada da greve ainda no mês de junho, após diversas consultas à categoria, o Sindicato tirou um indicativo de greve. Aprovado no estado pela maioria dos que compareceram à assembléia geral no último dia 2, um sábado. Ou seja, a Seção Natal está aderindo a uma greve que se mostra generalizada, envolvendo unidades de todo o Brasil, além de 80% das universidades federais.
            Não podemos negar ou diminuir de forma alguma os motivos que levaram a educação a este momento: irresponsabilidade na expansão da rede federal de ensino e má remuneração de servidores levando-se em conta o trabalho realizado por esses. Entretanto, também não vamos negar que estamos em completo desacordo com a decisão de entrar em greve total por parte da categoria dos servidores. Acreditamos que a “defesa da educação” é uma causa nobre e que merece o envolvimento de toda a sociedade brasileira na luta pelo ensino público, gratuito e de qualidade. Esse, teoricamente, é o objetivo dos movimentos paredistas nesta instituição, mas a realidade é desanimadora.
            Em 2011 grande parte dos alunos se juntou aos funcionários, inclusive com considerável participação nos atos de rua. O grande problema residiu nos próprios servidores. A falta de participação foi imensa! Vimos uma grande maioria aproveitar a greve como “férias fora de época”, utilizando-se do movimento em favor próprio e em nada colaborando com a causa comum. Como herança da paralisação, o que nós, alunos, recebemos? Nada, senão professores desmotivados, ementas não cumpridas, ou seja, uma imensa desorganização durante a conclusão do ano letivo de 2011. A situação foi ainda mais prejudicial aos alunos do então 4º ano. Muitos são os relatos de descontentamento com a forma que o curso foi concluído, sem que houvesse uma real absorção dos conhecimentos do eixo técnico. Greve esta, que mesmo já tendo se estendido por tanto tempo – referente ao ano passado – não alcançou os objetivos fomentados em pauta na época.
            Ainda consideramos a falta de motivação após a suspensão do movimento apontamos: dificuldade em retomar os ritmos dos trabalhos; não realização de diversas atividades e eventos que são importantes para a formação polícia e cidadã dos estudantes; evasão escolar; descrença por parte da sociedade na instituição. As cicatrizes dos problemas supracitados voltam a ser feridas a partir da iminência da nova Greve
            O último Boletim Oficial da entidade (07 de junho de 2012) diz: “A UNIDADE dos SPF [servidores públicos federais] é grande arma que temos para nos impor e mostrar, ao governo, que não vamos mais esperar pelo dia 31 de julho para termos uma resposta à Pauta que entregamos. Queremos uma resposta, já! E, somente depois disso, começaremos a negociar, de verdade.” Por meio desta afirmação, confirma-se a postura intransigente e irresponsável que aqui apontamos. Como bem sabemos, ano passado a ANDES (entidade que representa os docentes das universidades federais) não nos acompanhou, mas usa-se agora o argumento de união dos servidores públicos federais. Quem acompanha o movimento sabe que esta e outras entidades não hesitariam em sair da greve caso suas reivindicações, que não são integralmente as mesmas da SINASEFE, fossem atendidas, deixando todo o peso da greve nas costas dos IF’s.
            É questionável pela comunidade discente desta instituição de ensino se, de fato, aqueles que fazem a greve acontecer têm realmente uma visão de sucesso a partir deste feito já que foi visto que uma greve total agora põe em xeque uma geração de alunos e compromete as demais, uma paralisação em uma Instituição de ensino que chega a junho ainda no 1º bimestre é irresponsável e terá como legado a formação de técnicos de fachada e alunos despreparados, causando severos danos ao futuro dos estudantes e à imagem da instituição junto à sociedade potiguar, se outrora fora tão respeitada, esperamos que não definhe com uma seqüência de greves.
            Não podemos nos calar diante desses fatos. Uma greve agora é irracional e irresponsável. O apoio dos estudantes ao movimento sindical deve ser algo construído coletivamente, com amplo diálogo e respeito mútuo, que até agora não foram vistos. Compreendemos que as reivindicações dos servidores também são nossas, porém, esperamos um contraponto, com real respeito pela educação. Nos opomos a esta greve, mas não nos retiramos da luta!
            Por fim, pedimos a todos os professores e demais servidores que usem de suas consciências e dos princípios morais, lembrando sempre de que trabalham em uma instituição renomada de ensino, e que ao ingressarem assumiram um compromisso com nossa educação. Lembrem-se da responsabilidade social que está arraigada em suas profissões, na certeza de que, ante a intransigência do Governo e a impossibilidade de mobilização ativa, a luta pelo ensino de qualidade acontece dentro de sala, no processo de formação dos futuros líderes deste país. Esperamos que não se ausentem neste momento de fundamental importância para a vida de centenas de jovens brasileiros.

Cordialmente,


Ramon de Lima Luduvico
Diretor de Políticas Educacionais da Associação Potiguar dos Estudantes Secundaristas

José Rolfran de S. Tavares
Vice Presidente da União Metropolitana dos Estudantes Secundaristas

Larissi Araújo
Vice Presidente do Grêmio Estudantil Djalma Maranhão

Suzana Maria da Silva Costa
Vice Presidente do Grêmio Estudantil José Alencar Gomes da Silva

Juscelino Pereira de Araújo
Vice-Presidente do Grêmio Estudantil Seridó Sertão

Kamila Patriota
Presidente do Grêmio Estudantil Paulo Freire

Jeferson Santos Teixeira da Silva
Presidente do Grêmio Estudantil Valdemar Pássaros


Natal/RN, 12 de junho de 2012

quarta-feira, 13 de junho de 2012

Informes


      Gostaríamos de trazer alguns informes sobre a reunião de Grêmios Estudantis dos IFs/RN representando o Grêmio Paulo Freire estavam presentes nossa presidenta do Grêmio, Kamila Patriota e o secretário Matheus Peixoto, representando o Conselho de Representantes de Turma(CRT) encontrava-se Luís Felipe; por questões de logística não foi possível a presença de mais alunos. A reunião foi realizada no Campus Natal – Central, no dia 12/06/2012.
     O primeiro ponto a ser tratado foi a necessidade de mais união entre os Grêmios de todos os IFs do RN. Para sempre conseguirmos uma mobilização e uma ação coletiva criou-se a ReGIF/RN(Rede de Grêmios do Instituto Federal do Rio Grande do Norte). O ReGIF, tende a chegar com mais força para lutar cada vez mais pelos direitos dos alunos.
     No ponto seguinte discutiu-se o indicativo de Greve do IFRN, todos os presidentes de Grêmios presentes (Grêmio dos Campi: Natal – Zona Norte, Natal – Central,  Santa Cruz e Mossoró) trouxeram a situação das movimentações dos servidores em seu Câmpus. Mais informações e decisões  serão expostas na Assembleia Estudantil desta quinta-feira, dia 14/06/2012, que ocorrerá nos 3 turnos, é importante o comparecimento de todos os alunos. Organização dos horários do dia 14/06.

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